sexta-feira, 26 de agosto de 2016

CICLOVIA DO PARQUE OLÍMPICO, NO RIO: O 'ANTES' E O 'DEPOIS'. CADÊ O TURISTA, PARA REGISTRAR ESSE LEGADO?

Ciclovia do Parque Olímpico, no Rio: uma maravilha!

Ciclovia do Parque Olímpico, também no Rio: acabou a maravilha. É o modelo de 'gestão' do Brasil.

O BRASIL DO “ANTES” E DO “DEPOIS”: UM PAÍS DE REALIDADES QUE SE CHOCAM! MUITOS SE ENVERGONHAM!

Costuma-se falar em “legado” de um evento, como o legado da Copa-2014 – também no Brasil, que deixou muitas Arenas inacabadas e mal feitas, espalhadas por alguns estados – sem falar no rastro de corrupção braba, em face dos desvios de muita grana, que as gangues aprontaram, à custa do contribuinte.

Teve Arena que, antes de inaugurar, já estava precisando de reforma na ‘fuselagem’. E haja mais dinheiro do contribuinte! As empresas, os tais “consórcios”, acham isso uma maravilha.

Teve até uma tal Arena que, de tão ‘boa’, ficou com partes alagadas, só por conta de uma chuvinha. Parecia que era um dilúvio.

Pois bem....

A Olimpíada do Rio de Janeiro, que terminou não tem uma semana, já dá conta de seus ‘legados’ – dentre os quais a prisão, nesta quarta, 24, de um empresário e do dirigente máximo da Confederação Brasileira de Taekwondo (taikendô), Carlos Fernandes. Quais motivos? Os de sempre: o velho desvio... mas de dinheiro, aquele bichinho que a gente ‘embolsa’.

A segunda fotografia, como você pode vê, é bem diferente da primeira. A primeira, é a Ciclovia do Parque Olímpico, no Rio, durante a Olimpíada, para muita gente se ‘encantar’, tascar elogios.

Já a segunda, mostra a mesmíssima Ciclovia, três dias (três dias, mesmo) após o encerramento dos jogos. Infelizmente, essa parte os turistas não puderam esperar para levar, como ‘recordação’. Os turistas só levaram a parte ‘boa’. Vamos pedir que eles procurem saber como está ‘o restante das coisas’. É até bom, para eles não se enganarem; não ficarem ‘vendidos, na história.

Parece, realmente, uma brincadeira. Mas a trapaça sobrou para quem menos tem ‘culpa no cartório’: as coitadas da tinta e das chuvas, dois inimigos da má qualidade, em serviços.

Desta vez, pasmem!, até o sol, meu amigo, levou uma pancada das empresas. É mole? No Rio, como se sabe, o que mais tem é sol.

A tinta da ciclovia, acredite!, ‘descapelou’ de vez.

Pensando bem, muita gente andava com lixa nos pés. Deve ser isso, viu. Não tem outra explicação. Vai ver que os pneus das bicicletas que andavam na Ciclovia, era feitos de lixa ou Bombril.

Ninguém avisou as pessoas, que andar com lixa nos pés, não podia. Não deu outra, a tinta sumiu, escafedeu. A gente até lembra do asfalto ‘sonrisal’ que as prefeituras de alguns estados recebem, fazendo de conta que é ‘ótimo’.

Agora, somente outra ‘mão’ de tinta. Mas bem forte.

Dessa vez, é bom avisar às pessoas para que não usem calçados com ‘lixa’ na parte externa, para não arranhar o piso.

Abaixo o ‘calçado com lixa!’. Abaixo os pneus de Bombril!

Não adianta alegar-se que, tudo será reposto, ‘sem custos’, como noticiaram.

Tem nada, não, senhores! Nós já nos acostumamos com esse tipo de trapaça, que vocês insistem em chamar de outro nome.

É o Brasil dos ‘legados’. E dos relegados, também!

Até quando?

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