quinta-feira, 18 de agosto de 2016

DILMA ROUSSEFF 'DÁ A CARTA': A IDEIA CENTRAL É CHAMAR UM PLEBISCITO. NINGUÉM SE COMOVEU COM A PROPOSTA.

Dilma Rousseff acena com o plebiscito: se colar, colou!

GIRO-RÁPIDO-BRASÍLIA: DILMA ROUSSEFF ‘DÁ A CARTA’, QUASE EM VÃO.

A Presidente da República, afastada, Dilma Rousseff, redigiu e divulgou, nesta semana, sua ‘Carta’ aos Senadores e ao ‘País’ – na busca de amenizar o impacto da votação do Impeachment – com alta probabilidade de que o resultado seja quase sem volta, ou seja, ruim, por indicar que não é mais possível enxergar boas chances de retornar à sua cadeira, no Planalto.

Dilma Rousseff veio com a ‘ideia principal’: fazer um plebiscito, para chamar novas eleições, reduzindo, assim, o próprio mandato. Seria uma espécie de ‘sacrifício’. Seria mesmo? Ah, tá!

Pois bem... na verdade, é um consolo para ‘trouxa’. Por que a proposta não veio antes do afastamento? É conversa pra boi dormir e cochilar, também!

A Rede Globo – já há muito ‘alinhada’ com a ‘nova formatação’ do Planalto, fez questão de dizer, ontem (Bom Dia Brasil), que a proposta de Dilma é inconstitucional.

A Rede Globo, na verdade, mentiu, mentiu feio. Deveria ter mais honestidade com o brasileiro, mas seus propósitos não deixam.

A proposta de antecipar eleições presidenciais, não é inconstitucional, de jeito maneira, apesar de ser algo meio esquisito. A proposta, como se sabe, apenas não tem previsão na Constituição do País. São duas coisas diferentes. Isso quer dizer que, se houvesse uma discussão, no Congresso, e os parlamentares entendessem, poderiam emendar a Carta Magna, para prever tal hipótese, desde que não evidenciasse, claro, qualquer choque entre as normas da Carta Política. Mas a Globo, dá logo aquela ‘tacada certeira’. Ela atua como uma espécie de CCPE - “Comissão de Censura Prévia Externa”... ela decide, antes, o que entra e o que não deve entrar.

Uma coisa é ‘odiar’ Dilma, o PT e o Lula; outra coisa, é ter a obrigação de dizer a verdade, informando bem o telespectador, e com imparcialidade.

Mas a imparcialidade da Globo é ela mesma que decide, como deve ser exercida.

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