domingo, 28 de agosto de 2016

FAMÍLIA BARROSO LEAL, EM PAULO RAMOS, INFORMA QUE PEDIRÁ INQUÉRITO POR CONTA DE INJÚRIA SOFRIDA.

Manoel Silva: nem sempre o servidor "Manú" está tão descontraído, como agora.

FAMÍLIA BARROSO LEAL, DE PAULO RAMOS, DECIDE PROCESSAR CRIMINALMENTE O SERVIDOR MANOEL DA SILVA, CONHECIDO COMO “MANÚ” POR OFENSAS À FAMÍLIA DO VEREADOR LEÓ - FALECIDO HÁ QUASE 10 ANOS.

Depois de uma reunião, ontem, membros da família Barroso Leal decidiram que vão mesmo processar o servidor público estadual Manoel da Silva “Manú”, e logo na próxima semana protocolizarão Notítia-Criminis, junto à Delegacia de Polícia Civil, visando à apuração do caso.

A decisão da família foi tomada em função das ofensas – já varando as redes sociais, a partir deste sábado, em que o referido servidor público Manoel da Silva, vulgo “Manú”, fez à família Barroso Leal, uma indelicadeza motivada, também, por questões políticas, mas que não encontra justificativa entre pessoas que têm juízo e também respeito, especialmente para com aqueles que já morreram, “cuja memória deve ser preservada, sob qualquer aspecto”, disse um dos filhos do saudoso Leó – que foi vereador por alguns mandatos, no Município de Paulo Ramos.

O circuito das ofensas foi criado quando “Manú”, a pretexto de ventilar um episódio envolvendo a também servidora pública municipal, Arlete Barroso, irmã do candidato a vereador, Afrânio do Leó, após um comício no Povoado Centros dos Leite, ter divulgado, em sua conta no Facebook, que o pai daqueles, Antonio Teles Leal ‘Leó’, “... morreu de uma Piza (taca) que os ‘Bonfins’ deram no pai de Arlete, Afrânio e Advogado Alex, em praça pública, quebrando a perna do mesmo, levando-o à morte (....)”.

Não há dúvida de que, ao ter escolhido edificar um cenário de ofensas à memória de um ente querido, seja lá por quais motivos forem, o Sr. “Manú” tenha praticado um ato infeliz, indelicado, ofensivo e até criminoso, já que sua conduta configura, em tese, o delito de injúria (Art. 140, do CP), por ofender a dignidade e o decoro da família – incluídos a viúva e os filhos do falecido.

É importante dizer que o delito de injúria, em tais hipóteses, se materializa, ainda que o fato tenha, realmente, ocorrido, conforme a propagação da notícia divulgada, situação bem diversa do caso em comento, já que o Sr. “Manú” ofendeu a dignidade da família, fazendo divulgação de um incidente ocorrido há quase 20 anos, sendo certo que Antonio Teles, “Leó”, falecera há menos de 10 anos, por causa bem diversa daquela que, mentirosamente, divulgou o servidor “Manú”.


As providências, segundo a família, têm que ser buscadas, na esfera competente, não somente para ensejar a punição do ofensor, mas principalmente para restabelecer a verdade dos fatos.

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