sexta-feira, 19 de agosto de 2016

RIO DE JANEIRO TEM UM ROUBO A MENOS: É BOM ANOTAR ISSO! É UmMô+Eu, por Alex Barroso.

Rio de Janeiro: muitas belezas; muitos 'contrastes'.

ATENÇÃO! TEM UM ROUBO A MENOS, NO RIO DE JANEIRO, VIU! É BOM ANOTAR ESSE DADO IMPORTANTE!

Notícia, com humor, por Alex Barroso (advogado e escritor).

Não se discute o lado perverso e até imoral, de se atribuir vítima de um crime que não aconteceu, como no episódio em que os atletas americanos, Ryan Lochte e Jimmy Feigen – para encobrir uma baderna que eles próprios criaram – inventaram uma história cabeluda, de que haviam sido roubados, num Posto de Gasolina, quando vinham de uma festa.

Pois é.... A Polícia do Rio já desvendou o episódio e checou, bem checado: o assalto era de mentira, ou seja, o episódio não pode ser contabilizado nas estatísticas oficiais. Não pode, jamais e ponto final. Se botarem, o Governo vai às últimas consequências, para restabelecer a verdade. “Doa a quem doer!”.

Daqui a pouco, do jeito que estão as coisas, não se surpreenda se o Governo carioca disser: “Olha, não foram 100 roubos que aconteceram, no período da Rio-2016, só foram 99.... aquele dos atletas americanos, não vale!”.

Do jeito que as coisas estão, no Rio, tudo é possível.

Você lembra daquele caso do ônibus que levava profissionais da Imprensa, pela Transolímpica, quando dois vidros do veículo foram quebrados?

Primeiro, a Organização da Olimpíada, negou o fato. Depois, admitiu: “não, foi mesmo!”. Era óbvio do óbvio.

Depois, a Rio-2016, junto com o Governo do Estado, admitiu que foi uma “pedrada”.
Uma pessoa, com experiência, que estava dentro do ônibus, e que já trabalhou no Exército americano, jurou que os estilhaços vieram após um disparo de arma de fogo.

No caso, ficou a ‘briga’ da pedrada contra o suposto tiro. Um dia, quem sabe, a Polícia vai desvendar a verdade dos fatos. Talvez, até, deixe o assunto ‘pra lá’.

O diabo é que, quando se fala no Rio de Janeiro, a pessoa pode estar na Lua ou em Marte, mas ela faz questão de confirmar: “foi tiro, eu até cheguei a ouvir e vê, também, a cápsula da bala cair no chão; sem dúvida, foi tiro, mas não foi de AR-15; isso eu posso garantir!”. Hehehe!

Meu amigo, no Rio, a coisa é meio complicada, sabe?

O episódio, agora, foi comigo, “em pessoa”.

Lembro-me de quando estive no Rio, a “Cidade Maravilhosa”, em 2013, durante a Copa das Confederações, onde o Brasil deu um show, contra a Espanha, sendo campeão. Foi um espetáculo! Ainda bem que foi antes daquele vexame, em 2014.

Pois bem! Lembre-se de que eu ainda estou no Rio, lá em ‘Copa’. Eu me programei, com Afrânio, meu irmão, para ir à sede do Vasco da Gama. No hotel, algumas pessoas me disseram: “cuidado, pro rumo de lá é perigoso! Cuidado para não errar o caminho!”.

Outra pessoa me alertou, dizendo que quando chegar perto de não sei o quê, pergunte, porque se errar o caminho, vai bater dentro de uma favela, perigosa. Tinha mais ‘recomendação!’. Nesse dia, fui um ‘bom ouvinte’.

Meu amigo, eu fiz as ‘contas’: somei, multipliquei, mas quando eu cheguei na ‘divisão’, aí eu parei: “vou não!, vou deixar pra outra vez!”. Logo eu, que tinha e ainda tenho tanta vontade de visitar “São Januário”. Este ainda é um sonho, desde criança, mas resolvi eliminar os riscos. No Rio, você não vai, nunca, acabar, 100% com os riscos; basta você diminuir eles. E assim eu fiz, deixando “São Januário” para ‘depois’.

Sabe para onde eu fui? Fui para a Gávea, ver as coisas do Flamengo... Afrânio achou foi bom, já que ele é “framenguista” – como diz um amigo meu, soletrando, sem usar o “L”. É que a língua dele, nessas horas, enrola que é uma beleza. Não sei se você sabe, mas o ‘caba’, quando soletra “framenguista”, ao invés de “flamenguista”, é porque a ponta da língua teima em ficar meio presa; teima em não subir, flexionando, no momento exato. Aí, não tem jeito: a pronúncia começa com o tal de “fra”, e o resto vai no embalo. Faça um teste, faça!

O pior é que muita gente, meio sem ‘compreensão’, acha que a pessoa está errando o português. É puro engano, minha gente! A pessoa que soletra, sabe que é “fla”, mas ela, simplesmente, não consegue, porque, como foi dito, a língua não ajuda. A pessoa, até pode soletrar, correto, mas só se ela falar, bem devagar: fla...... men..... go. Bem devagar, a chance de acerto, é grande... devagarzinho, a chance, eu garanto, é de 100%.

Você já ouviu Zé Dirceu, do PT, falando, dando entrevista? Ah, eu não conheço o Zé Dirceu do PT; eu só conheço o Zé Dirceu que era do PT, que era deputado. Dá na mesma, minha senhora... é o mesmíssimo!

Pois bem!

O Zé Dirceu, quando soletra a palavra “problema”, ele só consegue dá conta do recado, se ele disser “poblema”; ele retira o “R” da palavra: ao invés de soletrar “pro”, ele fala “po” (sem acento), e segue adiante, até o dia amanhecer. A imprensa toda já sabe disso. Todos os repórteres, de todos os Continentes da Terra, sabem que Zé Dirceu só fala “poblema”. É um homem que vive cheio de “poblema”, inclusive agora, depois que a Lava-Jato ‘tomou’ ele do Mensalão, quase à força.

Acho que já está bom: comecei com o roubo falso, dos americanos, falei do Governo do Estado, do perigo no Rio; depois, fui para o jogo da Seleção Brasileira, passei pela Gávea/Flamengo, terminando com o ‘cumpade’ Zé Dirceu. Tá bom... chega de “pobrema”. O Zé Dirceu também usa essa ‘variação’. É bom registrar isso.

Abaixo os pobremas da vida! Eles são ruins... são caros... eles dão prejuízo!

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