sexta-feira, 19 de maio de 2017

O BRASIL DA INSTABILIDADE: O QUE VEM DAQUI A POUCO? É DIFÍCIL SABER, VIU!!

Aécio Neves: STF suspendeu seu mandato de Senador.

O BRASIL DA INSTABILIDADE: O QUE VEM DAQUI A POUCO? É DIFÍCIL SABER, VIU!!

Na madrugada de ontem (quinta-feira), neste Blog escrevemos que o Brasil ficou instável... as coisas mudam e mudam de novo, não permitindo que alguém faça conclusões seguras sobre certos fatos, especialmente de natureza política.

Pois bem! Por nós, no começo da madrugada de ontem (quarta para quinta), repita-se, foi dito que, já no decorrer do dia, os fatos poderiam ganhar novos contornos. De fato, logo pela manhã de ontem, os desdobramentos vieram – o mais importante, no campo político, uma vez que o STF, por conta de delação premiada envolvendo o Senador Aécio Neves, entendeu de suspender seu mandato – o que trará novos desdobramentos, notadamente com possibilidade de acontecer sua prisão, pois que, sem foro privilegiado, a situação processual do agora, ex-presidente do PSDB (sim, ele renunciou à Presidência do partido) ficará nos limites da competência do juiz federal Sérgio Moro, em Curitiba, no Paraná.

As coisas, realmente, mudam, e mudam mesmo. Depois do impacto do pedido da ‘mesada’ para Aécio Neves – no valor de R$ 2 milhões, nesta sexta, a imprensa anuncia que a JBS – pivô dos novos desdobramentos, somente em 2014, pagou ao Senador tucano a bagatela de R$ 60 milhões. Não é só, já que a mesma JBS diz que estendeu a ‘comissão’ ao Presidente Temer, no valor de R$ 15 milhões – quatro vezes menor do que a quantia do primeiro beneficiário. É possível até que o último reclame da disparidade!

E agora, o que vem depois? Como assim? Quem é que é doido para falar o que vem pela frente?

Como se vê, o Brasil está na rota da ‘areia movediça’... está tudo instável.

Nesse caso, só nos basta aguardar! Com certeza, essa é a providência mais cautelosa. 

Depois do almoço, ou no final da tarde, tudo que já vimos até agora, pode sofrer alteração de monta.

Será que Michel Temer vai renunciar? Meu amigo, deixe isso para ‘amanhã!’.

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