segunda-feira, 18 de junho de 2018

VEREADORES, NA CÂMARA DE PAULO RAMOS, REPETEM A HISTÓRIA DO “MANDATO PASSADO”. ORA, ORA!!


Vira e mexe, a Câmara de Paulo Ramos tem sido palco daquele ‘lenga-lenga’, segundo o qual, “mas no mandato passado.....”; tudo para justificar que, hoje, com Deusimar Serra, está uma bagunça, mas, ontem, com Tanclêdo Lima, era tudo bagunçado. Quase assim.

Foi o que aconteceu na Sessão da última sexta-feira, 15, quando o Vereador Franceilson Leitão, usou da palavra (a Câmara não tem tribuna) e aproveitou (pela bilionésima vez) para retrucar os argumentos da Oposição sobre o desmantelo da atual Administração. Franceílson chegou a dizer que “no mandato anterior acontecia muita coisa e ninguém fazia nada”.

Pois bem! Esse “ninguém fazia nada”, sempre é remetido à atual ‘base’ do Governo Deusimar Serra, incluindo o Vereador Francisco Santana, hoje Presidente da Câmara, o qual, durante os 8 anos de Tanclêdo, fazia parte da Oposição. Ivaldo, do Povoado Pedro Lourenço, é outro que compunha a mesma Oposição, mas não voltou à Câmara.

O aguerrido parlamentar Franceílson Leitão repete esse ‘mantra’ (“ninguém fazia nada”) sempre que a ventania das reclamações ao Executivo aumenta no recinto da Câmara, quando das Sessões.

O ‘lenga-lenga’ do “mandato passado”, por repetitivo, chegou a incomodar até mesmo uma Vereadora da ‘base’, ou seja, ligada ao Prefeito Deusimar... Corina Viana, talvez cansada e ‘recansada’ de ouvir o ‘mantra’ de Franceílson Leitão, chegou a disparar, dizendo que o que importa mesmo “É o hoje, não é o ontem”. O recado não poderia ser mais preciso! Corina usou poucas palavras para dizer muitas coisas! Se fosse o ‘Arnaldo’, poderia dizer: “a regra é clara”.

Outros Vereadores, como Fladilson Paca, também têm recorrido ao insosso argumento do “mandato passado” para justificar o quadro atual da Gestão de Deusimar Serra, com algumas coisas fora do lugar. Mas dessa vez, na Sessão, o recado foi para Franceílson Leitão, o pai da “teoria do mandato passado”.

É bem provável que, a partir das próximas Sessões da Câmara de Paulo Ramos, ninguém tenha coragem de recorrer ao ‘lenga-lenga’ do “mandato passado”.

É bem provável também que os Vereadores da ‘base’ se lembrem, de uma vez por todas, que o calendário está rodando: ainda há 2 anos e 6 meses pela frente. E não há nenhum plano em curso voltado a paralisar os ponteiros do relógio.

Esse é um dos aspectos mais importantes do tempo: ele trata todo mundo do mesmo jeito. O tempo, como se sabe, não tem partido, nem religião. E, se já teve, ninguém sabe disso.

Haja imparcialidade, viu!!

Agora, se fosse “no mandato passado”....

Vou te contar, viu!! Tem hora que eu gostaria de voltar a ser vereador....

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